
Há mais de um século que o casal de bonecos gigantes está presente nas festas religiosas e profanas da cidade. Conta-se que o casal teria sido feito pela primeira vez em meados do século passado por um português chamado João Paulino, que percebeu que nas festas do Divino, já muito concorridas naquela época, faltava uma diversão para as crianças.
João Paulino era casado com uma mulher chamada Maria, que vendia pastéis de Angu, nome usado para batizar a parceira de João Paulino. Os bonecos sobreviveram a seu criador e tornaram-se uma tradição. São eles a alegria das crianças da cidade.